Menu Semanal – vol. 75

Menu SemanalPhoto by Jess Watters on Unsplash

Vou *tentar*, todas as semanas (idealmente às Sextas para terem tempo de ir às compras para a semana seguinte) partilhar a nossa ementa semanal. Como já devem ter lido há uns posts atrás, nós planeamos o que vamos comer durante a semana. Facilita os dias, facilita as compras e conserva a sanidade mental. Portanto vou começar a publicar no Stories do IG uma foto com o nosso menu (esta parte é quase garantida) e depois escrevo um post mais detalhado com links para receitas (esta parte é que pode não correr como o previsto). Não tenho todas as receitas que faço publicadas, portanto isto vai ser um trabalho a longo prazo. Mas mesmo sem as receitas, ficam as sugestões de menus 100% vegetarianos. E estou aberta a sugestões!

Segunda: Esparguete à bolonhesa (com lentilhas coral)

Terça: Risotto de Cogumelos

Quarta: Pleurotos grelhados com quinoa e esparregado

Quinta: Sopa de feijão encarnado

Sexta: Croquetes de alheira

Sábado/Domingo: Restos da semana, especialmente limpar o congelador dos restos que temos lá acumulados.

Podem sempre seguir o meu álbum de receitas vegan no Pinterest, onde vou coleccionando ideias para experimentar.

Para seguir este blog basta preencher o endereço de e-mail na coluna do lado direito, mesmo abaixo da aplicação do Goodreads. Recebem um e-mail cada vez que eu publicar um novo post.Ou, se quiserem ser modernos, podem seguir a página A Espuma dos Dias no Facebook ou o meu Instagram (desde que não estejam a contar com fotos muito artísticas; publico maioritariamente no Stories vídeos da comida que faço e das palhaçadas do Simão).

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Menu Semanal – vol. 74

Menu SemanalPhoto by Jess Watters on Unsplash

Vou *tentar*, todas as semanas (idealmente às Sextas para terem tempo de ir às compras para a semana seguinte) partilhar a nossa ementa semanal. Como já devem ter lido há uns posts atrás, nós planeamos o que vamos comer durante a semana. Facilita os dias, facilita as compras e conserva a sanidade mental. Portanto vou começar a publicar no Stories do IG uma foto com o nosso menu (esta parte é quase garantida) e depois escrevo um post mais detalhado com links para receitas (esta parte é que pode não correr como o previsto). Não tenho todas as receitas que faço publicadas, portanto isto vai ser um trabalho a longo prazo. Mas mesmo sem as receitas, ficam as sugestões de menus 100% vegetarianos. E estou aberta a sugestões!

Segunda: Peixinhos da horta com arroz de tomate

Terça: Creme de Coentros + pão de alho

Quarta: Taboulé com grão

Quinta: Salsichas com batatas e brócolos assados (ver o fim deste post)

Sexta: Falafel com batata doce e molho de iogurte e menta

Sábado/Domingo: Restos da semana; pizza

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Menu Semanal – vol. 73

Menu SemanalPhoto by Jess Watters on Unsplash

Vou *tentar*, todas as semanas (idealmente às Sextas para terem tempo de ir às compras para a semana seguinte) partilhar a nossa ementa semanal. Como já devem ter lido há uns posts atrás, nós planeamos o que vamos comer durante a semana. Facilita os dias, facilita as compras e conserva a sanidade mental. Portanto vou começar a publicar no Stories do IG uma foto com o nosso menu (esta parte é quase garantida) e depois escrevo um post mais detalhado com links para receitas (esta parte é que pode não correr como o previsto). Não tenho todas as receitas que faço publicadas, portanto isto vai ser um trabalho a longo prazo. Mas mesmo sem as receitas, ficam as sugestões de menus 100% vegetarianos. E estou aberta a sugestões!

Segunda: Caril + naans (não chegámos a fazer a semana passada)

Terça: Sopa de Lentilhas

Quarta: Croquetes de Alheira

Quinta: Lasanha de 2 cores

Sexta: Quiche de alho francês

Sábado/Domingo: Restos da semana;

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30 anos

30 anos.pngFoto de William Montout no Unsplash

Não me lembro de fazer 10 anos (a sério!) e quando fiz 20 tinha a minha vida virada de pernas para o ar, portanto não houve grandes reflexões. Mas agora que estou a chegar aos 30, estou a sentir a coisa mais profundamente. Não no sentido “ah e tal, estou velha”, mas mais como um momento de pausa e revisão. E isto a juntar ao facto de que estou a entrar no 3.º trimestre e em breve terei (mais) um pequeno gremlin.

Portanto, o meu brain dump a entrar nos 30.

Ideias

Não exactamente por estar a fazer 30 anos, mas devido uma série de coisas que estão a acontecer agora na minha vida, acho que estou numa fase de mudança radical. Ainda não sei muito bem o que isso implica no seu todo. Sei que vou duplicar (!) o número de filhos; sei que vou ter de fazer uma mudança drástica na minha vida profissional; mas de resto ainda estou a ponderar como quero prosseguir daqui por diante. Tenho andado constantemente com os versos da Mary Oliver na cabeça:

Tell me, what is it you plan to do
with your one wild and precious life?

 

Ando também a debater-me imenso com a questão da “tolerância” no que toca ao consumo de animais e derivados. Sempre fui apologista de ser paciente e deixar as coisas seguirem o seu curso, mas até que ponto continuo a aceitar graciosamente que os outros destruam o planeta que os meus filhos vão herdar? Cada vez mais relatórios e estudos provam que a agro-pecuária é a grande causa da poluição atmosférica, de cursos de água, de destruição de terrenos, etc. E continuamos a ouvir o chavão “comer carne é uma escolha pessoal e ninguém pode proibir e isso é fundamentalismo” e mais não sei quê. Continuo a ser graciosa nas conversas, mas sinceramente começo a irritar-me com o egoísmo aliado à ignorância.

Numa nota mais introspectiva e porque ando a rever as 2 primeiras temporadas do The Good Place antes de ver a 3.ª,  ando ter questões existenciais acerca do que é ser-se boa pessoa.

SPOILERS

O Chidi achava-se boa pessoa a ponto de acreditar que estava no Lugar Bom, porque agia sempre com base nos seus (super estritos) princípios éticos, e na verdade estava redondamente enganado. Era tão indeciso e moralista que fazia a vida miserável a toda a gente à sua volta. Já a Eleanor, que supostamente é inegavelmente “má pessoa” argumenta frequentemente que, ok, não era nenhuma santa, mas que era mediana e que apenas aprendeu a sobreviver sozinha numa sociedade mediocre. No entanto, vemos que ela é claramente uma pessoa com bom coração e capacidade para melhorar as suas atitudes. Já a Tahani, tal como o Chidi, achava óbvio estar no Lugar Bom, porque tinha angariado milhões para caridade e, no entanto, percebemos eventualmente que não passava de uma socialite que apenas queria servir a sua própria vaidade e necessidade de competir com a sua (mais bem-sucedida) irmã. E o Jason? Bom, será que uma pessoa tão lerda pode ser verdadeiramente má? Ou está apenas a ser lerda?

FIM DOS SPOILERS

Portanto, tudo isto tem-me feito pensar no que é ser boa pessoa. Até porque é muita vezes difícil perceber as motivações que nos levam a fazer coisas. Todos os vilões racionalizam as suas acções como sendo boas, que os fins justificam os meios; nunca ninguém acha que está a agir mal e geralmente arranjamos uma justificação ou racionalizamos as coisas más que fazemos (com excepções óbvias de psicopatas e tal; estou a referir-me a pessoas comuns, mentalmente sãs). Acho que tenho de ir ler o What We Owe to  Each Other.

Aprendizagens

As probabilidades de alguém que está a falar cheio de certeza estar errado são astronómicas. Pessoas sensatas, e que de facto sabem do que estão a falar, têm noção de que há sempre muitas variáveis na equação. Nem imaginam quantas vezes eu sofri por antecipação ou levei algo como garantido com base no que alguém me assegurou ser verdade. E, até hoje, nenhuma destas pessoas teve razão.

Desconfia sempre de quem concorda em tudo contigo e todas as tua ideias são sempre um máximo e tu tens sempre razão. É mil vezes preferível estar rodeada de pessoas que que te chamam à razão quando precisas.

A minha máxima preferida: quando o mar bate na rocha, quem se lixa é sempre o mexilhão. Entendam quando são vocês o mexilhão e preparem-se de acordo.

As pessoas acreditam em qualquer coisa, desde que seja ou que implique um elogio a si mesmas. —> cortesia da Phoebe Buffay

Só quem mora no convento sabe o que lá vai dentro. Aquilo que seria insuportável/fabuloso/chato para nós é diferente para os outros, até porque nunca sabemos tudo o que se passa na vida de outra pessoa.

Resoluções

Parar de sofrer por antecipação. Tenho melhorado bastante, principalmente desde que deixei de dar ouvidos a outras pessoas em assuntos que só me concernem a mim. Mas quando sou eu que prevejo o desastre (e eu sou óptima a prever todas as coisas que podem correr mal) é mais complicado. Tenho adoptado mais uma atitude de “Espera pelo melhor, prepara-te para o pior”, que acho que é o ideal, desde que a preparação para o pior seja racional e sem sofrimento emocional.

Esta não é de agora, já tem uns anos, mas isto de estar vivo é sempre um processo em curso: ninguém me dá ordens a não ser que me vá pagar um salário ao fim do mês. Isto pode parecer muito óbvio, mas é incrível como deixamos os outros influenciar as nossas acções, principalmente quando não são ordens directas, mas sim conversas passivo-agressivas.

Mais um processo em curso, mas que foi difícil de arrancar: libertar-me da ideia daquilo que (os outros, maioritariamente, mas eu também) eu “deveria” ser, fazer e gostar. Para dizer a verdade, nunca fui muito boa a conformar-me com expectativas alheias, mas acreditem que não foi por falta de tentar. Agradar pais, professores e amigos era o fio condutor de tudo o que eu fazia. Apesar de falhar espectacularmente por nunca acertar no que era esperado de mim (às vezes sou um bocado lerda a perceber situações sociais), sem dúvida que tentava, e pelo caminho acho que me esqueci de me agradar a mim. Bom, agora, se é para falhar espectacularmente, que seja divertido.  Já vou um bocado tarde para algumas coisas, mas se viver até aos 90 ainda tenho 2/3 de vida pela frente e disparates variados para fazer.

 

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Menu Semanal – vol. 72

Menu SemanalPhoto by Jess Watters on Unsplash

Vou *tentar*, todas as semanas (idealmente às Sextas para terem tempo de ir às compras para a semana seguinte) partilhar a nossa ementa semanal. Como já devem ter lido há uns posts atrás, nós planeamos o que vamos comer durante a semana. Facilita os dias, facilita as compras e conserva a sanidade mental. Portanto vou começar a publicar no Stories do IG uma foto com o nosso menu (esta parte é quase garantida) e depois escrevo um post mais detalhado com links para receitas (esta parte é que pode não correr como o previsto). Não tenho todas as receitas que faço publicadas, portanto isto vai ser um trabalho a longo prazo. Mas mesmo sem as receitas, ficam as sugestões de menus 100% vegetarianos. E estou aberta a sugestões!

Segunda: Caril + naans

Terça: Sopa de Pimento Assado

Quarta: Bifes de Seitan com cogumelos e natas

Quinta: Beringelas Panadas com arroz de feijão

Sexta: Hambúrgueres de grão com quinoa

Sábado/Domingo: Restos da semana e temos imensa coisa no congelador à espera de ser comida: lasanha, chilli, chamuças, etc.

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Menu Semanal – vol. 71

Menu SemanalPhoto by Jess Watters on Unsplash

Vou *tentar*, todas as semanas (idealmente às Sextas para terem tempo de ir às compras para a semana seguinte) partilhar a nossa ementa semanal. Como já devem ter lido há uns posts atrás, nós planeamos o que vamos comer durante a semana. Facilita os dias, facilita as compras e conserva a sanidade mental. Portanto vou começar a publicar no Stories do IG uma foto com o nosso menu (esta parte é quase garantida) e depois escrevo um post mais detalhado com links para receitas (esta parte é que pode não correr como o previsto). Não tenho todas as receitas que faço publicadas, portanto isto vai ser um trabalho a longo prazo. Mas mesmo sem as receitas, ficam as sugestões de menus 100% vegetarianos. E estou aberta a sugestões!

Segunda: Sushi –  era para ter sido a semana passada mas o abacate que arranjámos estava verde verde VERDE. Vamos ver se já dá para comer na segunda.

Terça: Seitan à portuguesa

Quarta: Moqueca de Tofu

Quinta: Canja de Pleurotos

Sexta: Macarrão com cogumelos, espinafres e pinhões – basicamente vi no Pinterest e quero fazer igual. 

Sábado/Domingo: Restos da semana

Podem sempre seguir o meu álbum de receitas vegan no Pinterest, onde vou coleccionando ideias para experimentar.

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6 ideias para uma casa organizada

casa arrumadaFoto de Bundo Kim no Unsplash

Li o livro da Marie Kondo, The Life Changing Magic of Tidying Up há uns anos (acho que em Portugal traduziram por “Arrume a Sua Casa, Arrume a Sua Vida” mas não tenho a certeza se é esse) e, apesar de eu já ser naturalmente organizada e desapegada às coisas que não uso, o método KonMari ajudou-me muito a melhorar alguns pontos.

Recentemente estreou no Netflix a série “Tidying Up with Marie Kondo” e eu acabei ontem de ver. Faz-me imensa impressão o sofrimento e stress que o excesso de coisas traz à vida das pessoas. Ter a casa organizada e apenas com as coisas que nos fazem felizes (spark joy, é a expressão em inglês usada) não é apenas uma pancada minimalista; um ambiente doméstico calmo e agradável tem de facto um poder fantástico em melhorar a nossa vida.  Ninguém está a dizer que só podem ter um colchão, três tigelas e um cacto, pelo contrário. É uma questão de avaliarmos as coisas que temos em casa em função da alegria que nos trazem. E claro, depois disso, organizá-las devidamente.

Para além das lições da Marie Kondo, tenho também alguns hábitos que me ajudam a manter a minha casa bastante organizada. Claro que depois de se ter filhos, as coisas começam a ser mais difíceis, mas é perfeitamente possível manter o nível de “tralha” razoável.

Não só reduzir as nossas coisas ajuda a criar um ambiente feliz em casa, como ajuda imenso a manter a casa limpa. Se eu vou limpar o pó ou aspirar o chão e antes de o fazer tenho de arrumar imensa tralha que está espalhada por todas as superfícies, provavelmente não vou ter tempo e/ou vontade para de facto limpar. Se todas as divisões estiverem sempre em ordem, ou se bastarem 10 minutos de arrumação geral pela casa para ficar tudo no sítio, muito mais facilmente limpamos.

Estive a pensar quais são os pontos que considero mais importantes neste assunto, num mix de Marie Kondo com senso comum, e cheguei a uma lista bastante razoável:

1) Ter um saco ou caixa para doações

Ainda estou para arranjar uma caixa mais funcional, mas de momento tenho um saco daqueles grandes do lixo em permanência num canto do quarto (não é bonito, daí estar a ver se arranjo uma caixa) onde coloco tudo o que quero doar, logo no momento em que decido fazê-lo. Se vamos esperar para fazer uma mega arrumação ao roupeiro/armário da cozinha/estante nunca mais nos livramos das coisas. Quando o saco enche, posso ou não rever o que está lá dentro e levo-o para os contentores que a junta disponibiliza para doações para famílias que necessitem. Se a vossa junta não tem uma iniciativa semelhante, procurem o que há na vossa zona e estabeleçam o hábito de doar. Livros e DVDs podem ser doados às bibliotecas.

2) O que é para sair, fica à saída

Este é um ponto essencial para se livrarem dos milhentos tupperwares que trouxeram de casa de outras pessoas, de livros emprestados, de sacos de compras para levar para o carro, etc. Mais uma vez, estou para arranjar uma caixa mais bonita e funcional do que o sistema que tenho agora, que é deixar as coisas em cima da sapateira ao pé da porta da entrada. Mas resulta, no sentido em que não tenho não sei quantos itens variados que não têm sítio fixo em minha casa porque não são meus. E para além dos sapatos estarem à saída, também há um pequeno móvel onde ficam as chaves, carteiras, óculos de sol, documentos do carro, etc.

3) Não sair de uma divisão de mãos a abanar

Ok, este conselho foi-me dado por uma chefe muitas vezes ruim quando eu trabalhava numa loja: sempre que iamos da loja para o armazém ou vice-versa, devíamos levar alguma coisa, seja roupa que precisa de ser arrumada lá, cartelaria espalhada, etc. Mas por mais ruim que ela fosse muitas vezes, isto faz sentido. Se vão levantar-se do sofá para ir à cozinha, dêem uma vista de olhos à sala para ver o que podem levar. De certeza que há um prato ou chávena a precisar de ir para o lava-loiças. Se vão até à casa-de-banho, não há nenhuma peça de roupa por aí espalhada que devia ir para o cesto? Isto pode parecer stressante de início, como se estivéssemos constantemente a arrumar e na verdade até estamos, mas quando entra no automático, garanto-vos que nem dão por isso e é bem mais satisfatório do que passarem 2 horas ao Sábado a arrumar a casa toda. Há duas abordagens a este método: ou simplesmente levam a coisa até à divisão correcta e pousam algures ou arrumam-na logo. Dependendo do que é e do que estou a fazer de momento, posso ir por um lado ou outro, mas o importante é que não há coisas espalhadas em divisões variadas.

4) Arrumar na vertical, segundo o método KonMari

O melhor é ouvirem o que ela tem a dizer, mas garanto-vos que é fantástico. Ver tudo o que está numa gaveta é extremamente satisfatório, prático e ficam com a noção do que de facto têm. Admito que adorava ter uma daquelas coisas de plástico como o Sheldon na Teoria do Big Bang para ficar com as t-shirts todas do mesmo tamanho e depois podia fazer mais uma dobra para ficarem na vertical.

5) Tudo tem um sítio permanente 

Todos os objectos em vossa casa devem ter um sítio permanente. Ou seja, não há tralha espalhada por todo o lado que é impossível de arrumar porque não há onde. Eu concordo e pratico a ideia de ter todas as coisas da mesma “categoria” juntas, mas mesmo que não seja esse o vosso caso, esforcem-se por tudo ter um sítio e haver um sítio para tudo. Se não têm espaço para este ou aquele item, ponderem se de facto é algo que faz falta na vossa vida.

6) Livrem-se do papel

Eu fico doente quando vejo as pilhas de papel que as pessoas acumulam. Primeiro, adiram às fatura electrónicas, em tudo o que for possível (e já agora, a débitos directos, que não só facilita a vida como é mesmo um recibo de pagamento). Manuais de instruções? Para quê? Não sabem mexer no frigorífico? E actualmente facilmente se arranjam online (Lidl Ikea por exemplo, mas quase todas as marcas disponibilizam online, basta procurarem no site). Se não for o caso, como foi por exemplo da minha máquina de lavar, podem cortar apenas as páginas de que precisam, no meu caso as instruções com os códigos de erro e soluções, e até mesmo digitalizar.

Para faturas necessárias para efeitos de garantia, o meu método é: 1) fotocopiar o talão, porque são rolos térmicos cujas letras vão desvanecer antes do prazo da garantia 2) agrafar talão à folha da fotocópia 3) escrever qual o artigo e data de compra em letras grandes na folha 4) colocar tudo numa mica sempre no fim 5) sempre que forem lá colocar um novo talão, vejam o do topo: a data da garantia já expirou? Lixo.

Eu tenho um dossier A4 de lombada larga com TODOS os nosso papeís: contrato da casa, IRS para o ano corrente, boletim de vacinas, certidão de casamento, faturas, tudo. Num só dossier, organizado com separadores e micas e não preciso de mais nada. A única excepção são as micas dos IRSs dos passados 5 anos que tiro do dossier quando estão terminados e guardo numa caixa, junto com os meus diplomas e um ou outro papel que nunca preciso mas que tenho de guardar.

Mais alguma ideia?

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